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		<title>O Onívoro de casa nova</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 17:26:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Onívoro</dc:creator>
				<category><![CDATA[cultura gastronomica]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir de agora, O Onívoro ganha endereço novo: www.onivoro.com.br. Curioso como a palavra &#8220;onívoro&#8221; não estava sendo usado como domínio ainda. Está dando um pouco de trabalho (principalmente para o Aylons) mas espero que a mudança valha a pena. E também devido a mudança, estive sem postar durante um tempinho. Por enquanto, ainda estamos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=onivoro.wordpress.com&amp;blog=10758677&amp;post=294&amp;subd=onivoro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A partir de agora, O Onívoro ganha endereço novo: <a href="http://www.onivoro.com.br">www.onivoro.com.br</a>. Curioso como a palavra &#8220;onívoro&#8221; não estava sendo usado como domínio ainda. Está dando um pouco de trabalho (principalmente para o Aylons) mas espero que a mudança valha a pena. E também devido a mudança, estive sem postar durante um tempinho. Por enquanto, ainda estamos fazendo pequenos ajustes, mas logo o blog estará tinindo.</p>
<p style="text-align:justify;">O conteúdo e as idéias continuam as mesmas: alimentação saudável, sem a frescura da nutrição moderna, que quando olha um prato não vê comida mas nutrientes. Com gastronomia mas sem os exageros dos restaurantes caros e nem o ego de chefs premiados. Enfim, boa comida&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Então, nós vemos em <a href="http://www.onivoro.com.br">www.onivoro.com.br</a></p>
<br />Publicado em cultura gastronomica, diversidade Tagged: diversidade <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/onivoro.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/onivoro.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/onivoro.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/onivoro.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/onivoro.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/onivoro.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/onivoro.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/onivoro.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/onivoro.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/onivoro.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/onivoro.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/onivoro.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/onivoro.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/onivoro.wordpress.com/294/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=onivoro.wordpress.com&amp;blog=10758677&amp;post=294&amp;subd=onivoro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">O Onívoro</media:title>
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		<title>Chá verde não é remédio</title>
		<link>http://onivoro.wordpress.com/2010/01/06/cha-verde/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 23:25:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Onívoro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cozinha asiática]]></category>
		<category><![CDATA[cultura gastronomica]]></category>
		<category><![CDATA[bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja também:Sua majestade, o chá verde, com uma receita de cheesecake O chá verde sempre fez parte do meu cotidiano. Antes, durante ou após as refeições, numa conversa de amigos ou acompanhando um doce, essa bebida, para mim, é tão importante quanto café para a maioria das pessoas. No entanto, recentemente, chá verde virou a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=onivoro.wordpress.com&amp;blog=10758677&amp;post=265&amp;subd=onivoro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Veja também:<a href="http://www.onivoro.com.br/2010/01/27/sua-majestade-o-cha-verde/"><em>Sua majestade, o chá verde</em></a>, com uma receita de cheesecake</p>
<p style="text-align:justify;">O chá verde sempre fez parte do meu cotidiano. Antes, durante ou após as refeições, numa conversa de amigos ou acompanhando um doce, essa bebida, para mim, é tão importante quanto café para a maioria das pessoas. No entanto, recentemente, chá verde virou a bebida da moda, mas por um motivo menos &#8220;gastronômico&#8221; do que suas propriedade organolépticas. Agora, todos bebem chá verde para emagrecer. Procurei por &#8220;chá verde&#8221; no Google, e a primeira ocorrênica foi um site que falava da &#8220;<a href="http://www.jardimdeflores.com.br/sinergia/S15dietacha.htm">dieta do chá verde</a>&#8220;. Entre várias barbaridades, para aqueles que não gostam do gosto, existe a sugestão de fazer a infusão com casca de abacaxi! Ainda na primeira página de resultados do site de procura, havia uma matéria do<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u408418.shtml"> Falha de SP</a> (<a href="http://brasiliamaranhao.wordpress.com/2009/12/04/folha-de-sp-censura-blog/">não é</a> erro de digitação), onde falam até em ferver a água do chá (quando na verdade, dependendo da variedade do chá verde, a temperatura ideal é entre 80 e 50 graus Celsius)! Nessa mesma matéria eram indicadas as vantagens terapêuticas e as &#8220;contra indicações&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Sim, chá verde virou remédio. No início uma pílula mágica metafórica para o emagrecimento e a eterna juventude. Depois virou uma pílula literal, em forma de cápsulas com folhas em pó, engolidas aos montes por pessoas que esquecem que uma silhueta saudável (que para mim, não quer dizer necessariamente anoréxica) vem de dieta balanceada e exercícios.  Uma panacéia para os que acreditam nessa indústria da saúde e da forma, que vende revistas como se fossem bíblias e dietas como se fossem dogmas. Aos poucos sortudos, a bebida virou um placebo, que funciona acompanhada de uma dieta que corta tudo e impõe rotinas de exercícios espartanos. <a href="http://twitpic.com/wyvw5">Não admira emagrecer</a>, principalmente depois de ficar com o estômago cheio com 5 xícaras de chá antes das refeições.</p>
<p style="text-align:justify;">E para completar sua face medicinal, as pessoas bebem chá verde tampando o nariz, como se estivesse bebendo aquele xarope horrível que suas mães obrigavam a tomar. Nem tentam obter o prazer sentido pelos asiáticos em milhares de anos de consumo da <em>Camellia sinensis. </em>Não conhecem as delícias de um bom <a href="http://veja.abril.com.br/ed_motta/index_120407.shtml">gyokuro de Uji</a> ou um doce feito com matcha.</p>
<p style="text-align:justify;">E para piorar, os chás vendidos no Brasil não ajudam, pois são muito caros ou são ruins demais. Os caros são vendidos em butiques, em um ambiente estranho a <a href="http://www.flickr.com/photos/justaslice/4111864135/">história da bebida</a>, onde os preços sobem às alturas, devido ao extra proporcionado pelo luxo do shopping center e do valet. Já os vendidos por aí, em caixinhas com saquinhos, vem com tanta impurezas que, às vezes, nem sinto o gosto da erva. Nesse ambiente, impossível não pensar no chá verde como algo que serve apenas como remédio.</p>
<p style="text-align:justify;">No entanto, o chá verde não faz bem de verdade? Não nego que ela seja uma bebida saudável. Como muitos alimentos por aí, tem substâncias, descobertas ou em vias de, que podem ser benéficas para a saúde. Pode até ajudar você a emagrecer ou ter uma pele melhor. Mas se não gosta de chá verde, não bebe!</p>
<p style="text-align:justify;">Ps. Não sabe onde comprar chá? No meu caso, sempre tenho alguém no Japão que pode me mandar um chá de lá. Se não for o seu caso, tente esse <a href="http://www.japanesegreenteaonline.com/">site</a>. Nunca tentei usá-lo, mas aparentemente <a href="http://veja.abril.com.br/ed_motta/index_120407.shtml">Ed Motta</a> compra seus chás aqui.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<br />Publicado em Cozinha asiática, cultura gastronomica Tagged: bebidas, compras, opinião <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/onivoro.wordpress.com/265/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/onivoro.wordpress.com/265/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/onivoro.wordpress.com/265/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/onivoro.wordpress.com/265/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/onivoro.wordpress.com/265/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/onivoro.wordpress.com/265/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/onivoro.wordpress.com/265/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/onivoro.wordpress.com/265/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/onivoro.wordpress.com/265/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/onivoro.wordpress.com/265/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/onivoro.wordpress.com/265/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/onivoro.wordpress.com/265/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/onivoro.wordpress.com/265/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/onivoro.wordpress.com/265/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=onivoro.wordpress.com&amp;blog=10758677&amp;post=265&amp;subd=onivoro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Ingredientes asiáticos I</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 01:55:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Onívoro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cozinha asiática]]></category>
		<category><![CDATA[Cozinha chinesa]]></category>
		<category><![CDATA[Cozinha japonesa]]></category>
		<category><![CDATA[cultura gastronomica]]></category>
		<category><![CDATA[ingredientes]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando você vai para uma loja de produtos asiáticos, fica mais perdido que cachorro em mudança? Quando tenta encontrar algo numa mercearia chinesa, não consegue se comunicar com os lojistas? E quando vai a um mercado japonês fica confuso com o excesso de informações e cores? E o que fazer quando você encontrar uma receita [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=onivoro.wordpress.com&amp;blog=10758677&amp;post=190&amp;subd=onivoro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Quando você vai para uma loja de produtos asiáticos, fica mais perdido que cachorro em mudança? Quando tenta encontrar algo numa mercearia chinesa, não consegue se comunicar com os lojistas? E quando vai a um mercado japonês fica confuso com o excesso de informações e cores? E o que fazer quando você encontrar uma receita em inglês mas não conhece os ingredientes?</p>
<p style="text-align:justify;">Quando nos lançamos no desafio de explorar uma cozinha nova, é inevitável as confusões e dúvidas sobre ingredientes que nem nunca ouvimos falar antes. Hoje em dia, com a internet, encontrar receitas, tradicionais ou não, é extremamente fácil, mas muitas vezes somos barrados por não conhecer os ingredientes e suas traduções.</p>
<p style="text-align:justify;">Para ajudar, pretendo apresentar alguns ingredientes asiáticos, que conheço melhor e suas diversas traduções para compreensão de quem quiser variar mais sua alimentação.  Os tópicos não terão muita ordem, mas apenas lançados a medida que vou comprando os produtos ou apresentando receitas novas no blog.  Apresentarei os nomes em inglês, bem como chinês, japonês e, às vezes, coreano, usando tanto a escrita latina quanto a original. Sobre o sistema de romanização utilizado, ver &#8220;<a href="http://onivoro.wordpress.com/about/">Sobre &#8216;O Onívoro</a>&#8216;&#8221; (no final do texto).</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-weight:bold;">Farinha de arroz</span></p>
<p><span style="font-weight:bold;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://onivoro.files.wordpress.com/2010/01/rice-powder-regular.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-255" title="Rice powder regular" src="http://onivoro.files.wordpress.com/2010/01/rice-powder-regular.jpg?w=270&#038;h=299" alt="" width="270" height="299" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Chamado em inglês de rice flour, é feito a partir de arroz comum e muitas vezes é confundido com a farinha de arroz glutinosos (a troca do ingrediente numa receita pode ser desastrosa). Muito usado na confecção de doces japoneses como o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Uir%C5%8D">uirō</a> e o <a href="http://www.onivoro.com.br/2010/01/03/um-wagashi-simples-e-rapido-dango/">dango</a>, além de ser o ingrediente principal do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rice_vermicelli">bifun</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">O joshinko (上新粉) é um tipo de farinha de arroz comum japonês, diferente dos equivalentes chineses, coreanos ou tailandeses  no processo de fabricação. Também os tipos de arroz utilizado  resultam em produtos ligeiramente diferentes. No entanto, um pode ser usado tranquilamente como substituto de outro.</p>
<address><span style="font-style:normal;">Chinês: 粘米粉 (nian mi fei),在來米粉 (zai lai mi fei),再來米粉 (zai lai mi fei)</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">Japonês: 上新粉 (jōshinko)</span></address>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-weight:bold;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-weight:bold;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-weight:bold;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-weight:bold;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-weight:bold;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-weight:bold;">Farinha de arroz glutinoso</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-weight:bold;"><a href="http://onivoro.files.wordpress.com/2010/01/rice-glutinous-powder1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-232" title="Rice glutinous powder" src="http://onivoro.files.wordpress.com/2010/01/rice-glutinous-powder1.jpg?w=240&#038;h=300" alt="" width="240" height="300" /></a><span style="font-weight:normal;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-weight:bold;"><span style="font-weight:normal;">Conhecido como glutinious rice flour ou sweet rice flour em inglês, é chamado de mochiko (餅粉) em japonês e nuo mi fen (糯米粉) em mandarim. É usado em receitas como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tangyuan_(food)">tangyuan</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hwajeon">hwanjeon</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Senbei">senbei</a>. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;">Elemento principal do shiratamako (白玉粉), pode substituí-lo acrescentando um pouco de amido de milho.</p>
<address><span style="font-style:normal;">Chinês: 糯米粉 (nuo mi fen)</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">Japonês: 餅粉 (mochiko)</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">Coreano: 찹쌀가루 (chapssalgaru)</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;"><span style="font-weight:bold;">Cinco especiarias em pó</span></span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><span style="font-weight:bold;"><br />
</span></span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><span style="font-weight:bold;"><a href="http://onivoro.files.wordpress.com/2010/01/five-spices1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-238" title="Five-spices1" src="http://onivoro.files.wordpress.com/2010/01/five-spices1.jpg?w=234&#038;h=300" alt="" width="234" height="300" /></a><br />
</span></span></address>
<p style="text-align:justify;">Na falta de um tradução melhor,  utilizarei o termo &#8220;cinco especiarias em pó&#8221;. Em inglês, é chamado de five-spice powder, gokōfun em japonês e wuxianfen em chinês, sendo a grafia a mesma nas duas últimas línguas (五香粉).</p>
<p style="text-align:justify;">A composição das especiarias pode variar. Na verdade, existe duas misturas mais comuns. Um leva &#8220;canela chinesa&#8221; (casca de cassia, <span style="font-style:italic;">Cinnamomum aromaticum), </span>flores secas de cassia, anis estrelado, semente de anis, cravo e gengibre. A outra leva <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sichuan_pepper">pimenta de Sichuan</a>, cassia, aniz estrelado, sementes de funcho e gengibre.</p>
<p style="text-align:justify;">Muito usado na cozinha cantonesa, é tempero essencial em pratos como o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Char_siu">char siu</a> e o  pato de Pequim. Às vezes, uso também no <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mapo_doufu">mapo dofu</a>, chahan e em recheios para<a href="http://www.onivoro.com.br/2009/12/13/baozi-manju-nunu-momo-etc/"> baozi</a>, <a href="http://www.onivoro.com.br/2010/01/14/gyoza-guioza-ou-jiaozi/">jiaozi</a> (em japonês, gyoza) ou em um simples refogadinho com legumes.</p>
<address><span style="font-style:normal;">Chinês: 五香粉 (wuxianfen)</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">Japonês: 五香粉 (gokōfun)</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">Coreano:  오향분(ohyang-bun)</span></address>
<address></address>
<p><span style="font-style:normal;"><span style="font-weight:bold;">Karashi ou gyuja garu</span></span></p>
<address></address>
<p><span style="font-weight:bold;"><a href="http://onivoro.files.wordpress.com/2010/01/karashi1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-249" title="Karashi" src="http://onivoro.files.wordpress.com/2010/01/karashi1.jpg?w=294&#038;h=300" alt="" width="294" height="300" /></a></span></p>
<address></address>
<address></address>
<address></address>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-style:normal;">Chamado, às vezes, de mostarda japonesa (Japanese mustard), é feito, na verdade, a partir das sementes da </span><span style="font-style:italic;">Brassica juncea</span><span style="font-style:normal;">, enquanto a mostarda que você usa no sanduíche é feito a partir </span><span style="font-style:italic;">Sinapis hirta</span><span style="font-style:normal;">.  Mais forte que essa última, deve-se ser usado com parcimônia, pelo menos, até se acostumar.</span></p>
<p style="text-align:justify;">É vendido em duas formas. Creme, em <a href="http://familymarketonline.com/images/074880020014.jpg">bisnagas</a>, ou em pó, em <a href="http://www.maangchi.com/wp-content/uploads/ingredients/mustardpowder-748612.jpg">embalagens plásticas</a> ou <a href="http://mercadooriental.com.br/imagens/mercadooriental.com.br/imagenscache/1240186554-260x260-0632.jpg">latas</a>.  Indicado para acompanhar pratos como: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tonkatsu"><span style="color:#000000;">tonkatsu</span></a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Oden"><span style="color:#000000;">oden</span></a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Natt%C5%8D"><span style="color:#000000;">nattō</span></a>,<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Shumai"><span style="color:#000000;"> shūmai</span></a>, etc.</p>
<p style="text-align:justify;">E se quiser inovar, tente colocar um pouco desse pó na polenta ou purê de batata e verá a diferença&#8230;</p>
<address><span style="font-style:normal;">Japonês: からし, 芥子, 辛子 (sempre se lê karashi).</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">Coreano: ﻿겨자가루 (gyuja garu)</span></address>
<p>Ps. Uma dica: quando for comprar produtos em uma loja chinesa, onde ninguém fala português, é escrever ou imprimir (opção anti ecológica) os nomes em chinês e mostrar para o atendente. Se você tiver um smartphone ou qualquer dispositivo portátil onde é possível visualizar arquivos Jpeg, você pode tirar uma foto da tela (tecle &#8220;Print Screen&#8221;, cole no Paint Brush e salve como Jpeg) e depois mostre ao lojista para ele saber o que você procura.</p>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;"> </span></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<br />Publicado em Cozinha asiática, Cozinha chinesa, Cozinha japonesa, cultura gastronomica, ingredientes Tagged: compras, diversidade <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/onivoro.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/onivoro.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/onivoro.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/onivoro.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/onivoro.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/onivoro.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/onivoro.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/onivoro.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/onivoro.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/onivoro.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/onivoro.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/onivoro.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/onivoro.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/onivoro.wordpress.com/190/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=onivoro.wordpress.com&amp;blog=10758677&amp;post=190&amp;subd=onivoro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">O Onívoro</media:title>
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			<media:title type="html">Rice powder regular</media:title>
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			<media:title type="html">Rice glutinous powder</media:title>
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			<media:title type="html">Five-spices1</media:title>
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			<media:title type="html">Karashi</media:title>
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		<title>Um wagashi simples e rápido: dango</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 00:36:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Onívoro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cozinha asiática]]></category>
		<category><![CDATA[Cozinha japonesa]]></category>
		<category><![CDATA[receitas]]></category>
		<category><![CDATA[doces]]></category>
		<category><![CDATA[leguminosas]]></category>

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		<description><![CDATA[Wagashi é a palavra, em japonês, usada para designar os diversos tipo de doces tipicamente japoneses, em contraposição à palavra yogashi, que refere-se a doces de origem ocidental.  Anmitsu, dango, yōkan, manju, kusa mochi, monaka, rakugan, a variedade é imensa, no entanto, os ingredientes são basicamente os mesmos: azuki, farinha de trigo, de arroz (vários [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=onivoro.wordpress.com&amp;blog=10758677&amp;post=185&amp;subd=onivoro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Wagashi é a palavra, em japonês, usada para designar os diversos tipo de doces tipicamente japoneses, em contraposição à palavra yogashi, que refere-se a doces de origem ocidental.  <a href="http://www.flickr.com/photos/smaku/2220575995/">Anmitsu</a>, <a href="http://www.flickr.com/photos/isaaclicious/4190358585/">dango</a>, <a href="http://www.flickr.com/photos/bonobonochan/4034337542/">yōkan</a>, <a href="http://wagashipix.com/articles/category/manju">manju</a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=uvv19oGHbDY">kusa mochi</a>, <a href="http://www.flickr.com/photos/bonobonochan/4223522373/">monaka</a>, <a href="http://www.flickr.com/photos/bonobonochan/4013864068/in/set-72157622286636713/">rakugan</a>, a variedade é imensa, no entanto, os ingredientes são basicamente os mesmos: azuki, farinha de trigo, de arroz (vários tipos) e açucar, mas com vários métodos e técnicas de preparo.</p>
<p style="text-align:justify;">No Japão, a qualidade varia muito, sendo encontrado desde em supermercados à lojas especializados, onde a confecção é considerado uma arte. No período em que estive lá, minha loja preferida era a <a href="http://www.toraya-group.co.jp/english/wagashi/art.html">Tora-ya</a>, onde ingredientes de primeira linha são essenciais, como o wasanbon, açucar feito nas províncias de Tokushima e Kagoshima a partir de uma variedade chamada taketō ou chikusa, mais fina que as variedades cultivas aqui no Brasil.</p>
<p style="text-align:justify;">Além dos tipos supra citados, encontrados no Japão inteiro, existe uma variedade enorme de wagashis, de acordo com a região, província ou cidade. Os japoneses, que sempre compram lembranças para amigos, familiares e colegas durante suas viagens, tem nos doces típicos muitos de seus presentes (omiyages) preferidos. Eu, que morava em Tóquio e sempre ia a <a href="http://www.flickr.com/search/?q=kyoto&amp;w=all#page=0">Kyoto</a>, com frequência, voltava para casa com várias caixas de doces da cidade que foi<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kyoto"> capital imperial</a> entre os séculos VIII e XIX, período que desenvolveu uma <a href="http://web-japan.org/trends/food/jfd071003.html">cozinha palaciana</a> extremamente sofisticada.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas o wagashi não é feito apenas de açucares finos ou histórias de uma gastronomia palaciana. Um dos wagashis mais populares é o dango, vendidos em lojas de conveniências ou docerias populares nas ruas. Simples, é feito com o principal ingrediente da cozinha japonesa: o arroz. De vários tipos, com doce de azuki ou com chá verde, é tão popular que existe um provérbio que diz &#8220;hana yori dango&#8221; (花より団子, literalmente, &#8220;melhor dango do que flores&#8221;), que se refere a importância do prático ou/e do útil frente a estética.</p>
<p style="text-align:justify;">A receita a seguir é de dango com mitarashi, um molho ou calda meio que agri-doce-salgado. No Japão, o dango é feito com joshinko,um tipo de <a href="http://www.onivoro.com.br/2010/01/05/ingredientes-asiatico-i/">farinha de arroz</a>, e shiratamako, outro tipo de farinha, de arroz glutinoso. O problema é que ambos são difíceis de encontrar e caros. Mais fáceis de encontrar são as <a href="http://www.onivoro.com.br/2010/01/05/ingredientes-asiatico-i/">farinhas de arroz chinesas</a>. Nesse caso, é necessário fazer uma adaptação, e mesmo assim, o resultado não será igual se utilizado os ingredientes originais. Mas à frente, pretendo postar sobre os diferentes ingredientes asiáticos. Por enquanto, fiquem com a receita a seguir.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mitarashi dango<br />
<a href="http://onivoro.files.wordpress.com/2010/01/dango2a.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-195" title="Dango2a" src="http://onivoro.files.wordpress.com/2010/01/dango2a.jpg?w=500" alt=""   /></a></strong></p>
<address><em>Ingredientes:</em></address>
<address><span style="font-style:normal;">Dango</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">2/3 xícara (chá) de joshinko ou <a href="http://www.onivoro.com.br/2010/01/05/ingredientes-asiatico-i/">farinha de arroz comum</a></span></address>
<address><span style="font-style:normal;">2/3 xícara (chá) de shiratamako ou <a href="http://www.onivoro.com.br/2010/01/05/ingredientes-asiatico-i/">farinha de arroz glutinosos</a> (mochiko) acrescido de uma colher (sopa) de amido de milho.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">1/2 de xícara (chá) de água morna</span></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;">Mitarashi-dare</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">2 colheres (sopa) de shoyu</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">2 colheres (sopa) de açucar</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">2 colheres (sopa) de <a href="http://www.tnh.com.br/detalhes_produto.php?cod_produto=68&amp;tipo=saqu%EA">mirin</a></span></address>
<address><span style="font-style:normal;">4 colheres (sopa) de água</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">1/2 colher (sopa) de amido de milho</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;">Preparo</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">Dango</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">1. Misture o joshinko (ou farinha de arroz comum) com o shiratamako (ou a farinha de arroz glutinoso acrescido de uma colher de amido de milho).</span></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;"> </span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><a href="http://onivoro.files.wordpress.com/2010/01/imgp16781.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-217" title="imgp1678" src="http://onivoro.files.wordpress.com/2010/01/imgp16781.jpg?w=500" alt=""   /></a>2. Coloque a água morna aos poucos, sempre mexendo a mistura. A massa deve ser macia,não podendo  desmanchar com o excesso de água.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;"> </span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"> </span></address>
<address></address>
<address></address>
<address></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address><a href="http://onivoro.files.wordpress.com/2010/01/imgp168123.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-225" title="imgp16812" src="http://onivoro.files.wordpress.com/2010/01/imgp168123.jpg?w=500" alt=""   /></a></address>
<address> </address>
<address><span style="font-style:normal;">3. Faça pequenas esferas do tamanho de cerca de 4 cm de diâmetro.</span></address>
<address></address>
<address></address>
<address></address>
<address></address>
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<address></address>
<p style="text-align:justify;"><em><br />
</em></p>
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<address> </address>
<address> </address>
<address> </address>
<address> </address>
<address><span style="font-style:normal;">4. Cozinhe-os em água fervente. Com o cozimento eles começam a boiar, como nhoques. Espere mais 3 ou 4 minutos e retire-os com a ajuda de uma escumadeira ou peneira.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">5. Mergulhe-os em água gelada para interromper o cozimento.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">6. Espete de 3 a 4 bolinhas em um espeto.</span></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;">Mitarashi</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">1. Misture todos os ingredientes numa panela.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">2. Cozinhe até formar uma calda grossa, lembrando que ela endurece mais  a medida que esfria.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">3. Cubra os dangos cozidos.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;"><a href="http://onivoro.files.wordpress.com/2010/01/matcha-dango3.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-215" title="Matcha-dango" src="http://onivoro.files.wordpress.com/2010/01/matcha-dango3.jpg?w=500" alt=""   /></a>Variações:</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">Você pode, se quiser, grelhar os espetos com dango antes de cobrir com mitarashi-dare. Ou no lugar deste, você pode usar <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kinako">kinako</a> ou doce de azuki (<a href="http://onivoro.wordpress.com/2009/12/13/baozi-manju-nunu-momo-etc/">anko</a>) como cobertura.</span></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;"></p>
<p>Outra variação é o matcha dango (foto).  Basta  adicionar uma colher (chá) do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Matcha">matcha</a> na receita.</p>
<p></span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"></p>
<p></span></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;"> </span></address>
<address><em> </em><em> </em><em> </em><em> </em><em> </em><em> </em><em> </em><em> </em><em> </em><em> </em><em> </em><em> </em><em> </em><em> </em></p>
</address>
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<br />Publicado em Cozinha asiática, Cozinha japonesa, receitas Tagged: doces, leguminosas <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/onivoro.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/onivoro.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/onivoro.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/onivoro.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/onivoro.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/onivoro.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/onivoro.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/onivoro.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/onivoro.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/onivoro.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/onivoro.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/onivoro.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/onivoro.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/onivoro.wordpress.com/185/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=onivoro.wordpress.com&amp;blog=10758677&amp;post=185&amp;subd=onivoro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Aos meus amigos vegetarianos&#8230;</title>
		<link>http://onivoro.wordpress.com/2009/12/17/aos-meus-amigos-vegetarianos/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 20:57:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Onívoro</dc:creator>
				<category><![CDATA[cultura gastronomica]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Vegan]]></category>
		<category><![CDATA[Vegetariano]]></category>

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		<description><![CDATA[Não, não tentarei dizer se uma dieta onívora é melhor ou não que uma dieta vegetariana. Acho proselitismo, de qualquer gênero, um saco. Creio que o tipo de dieta que uma pessoa escolhe é uma opção pessoal, e mesmo entre os vegetarianos, as motivações para a restrição de carne (ou de qualquer produto animal) varia [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=onivoro.wordpress.com&amp;blog=10758677&amp;post=169&amp;subd=onivoro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Não, não tentarei dizer se uma dieta onívora é melhor ou não que uma dieta vegetariana. Acho proselitismo, de qualquer gênero, um saco. Creio que o tipo de dieta que uma pessoa escolhe é uma opção pessoal, e mesmo entre os vegetarianos, as motivações para a restrição de carne (ou de qualquer produto animal) varia de indivíduo para indivíduo: de saúde, ecológicas ou de tratamento em relação a animais. Não se trata de mais um texto sobre a questão vegetarianos versus onívoros. Na verdade, esse texto é mais um pedido (ou uma sugestão).</p>
<p style="text-align:justify;">Vai ser vegetariano? Ótimo. Mas não fique na mesmisse. Outro dia fui à casa de uma amiga vegetariana com alguns <a href="http://deli-cia.blogspot.com/2009/08/radicchio-incremente-sua-salada.html">radicchios</a> (ou devo escrever radicchi) e <a href="http://www.producepedia.com/commodity.php?commodity_id=43">bok choi</a>s. E simplesmente ela não conhecia nenhum dos dois. Perguntei que hortaliças ela come. Disse que basicamente alface e tomate. E ela não é a única. Outra amiga minha admitiu no Twitter que seus pratos era da uma &#8220;monocromia triste&#8221;. Assim não dá. Tem que variar mais. Grãos, leguminosas, hortaliças, frutas, <a href="http://www.onivoro.com.br/2009/12/03/cogumelos/">cogumelos</a>, enfim, existe uma variedade enorme de vegetais e fungos por aí.  Vá pesquisar, vá procurar coisas na feira. Experimente de tudo. E de vez em quando compre alguma coisa sem saber o nome ou como usá-lo. Tente descobrir isso depois.</p>
<p style="text-align:justify;">E os industrializados? Hoje em dia existe uma série de produtos para vegetarianos, principalmente veganos, para substituir produtos de origem animal. Mas afinal, são industrializados. Uma vez fiz um pão para uma amiga vegana. Como ela não comia mel, utilizei xarope de glicose. Depois fiquei pensando &#8220;como posso ter usado isso?&#8221;. Nunca fui fã de algo tão &#8220;industrializado&#8221; quanto xarope de glicose. É um dos adoçantes mais processados que existe (talvez não ganhe do xarope de milho com alto teor de frutose &#8211; <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/High-fructose_corn_syrup">HFCS</a>).  Isso sem contar a infinidade de produtos derivados da soja que existe por aí: leite de soja, proteína de soja texturizada, nuggets de soja e assim por diante. E o duro é que nem sei como é feito a maioria desses produtos. Todos eles são usados como substitutos.</p>
<p style="text-align:justify;">Melhor que substituir talvez seja criar ou experimentar pratos novos, com ingredientes novos. A cozinha vegetariana budista (<em><a href="http://cooking.chinaa2z.com/cooking/html/Cuisine/2009/20090305/20090305170159489876/20090305171411783911.html">zhāicài</a></em><em> </em>nos países que falam mandarim, <em><a href="http://opicodamontanha.blogspot.com/2008/10/shjin-ryri.html">shōjin ryōri</a></em> no zen japonês,<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Korean_temple_cuisine"> </a><em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Korean_temple_cuisine">sachal eumsik</a></em> na Coréia) não usa derivados de soja para substituir carne ou leite. No lugar disso, os monges budistas simplesmente criaram pratos novos. A cozinha indiana também é prodigiosa no uso de vegetais, busque inspiração nela. Vá usar soja? Ótimo. Mas não não pense nela como um bife, pense na soja como&#8230; soja.</p>
<p style="text-align:justify;">Na verdade, esqueça um pouco da proteína de soja texturizada (PST), esse negócio de onde tiraram até o gosto da soja. Use mais produtos naturais como tofu, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tofu_skin">yuba</a>, miso, leite de soja &#8211; os caseiros, não os industrializados, que no fim são apenas água, açucar e conservates. Ou melhor use os grãos de inteiros. Coma mais lentilhas, ervilhas secas, grãos de bico, quinoa (vá na <a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=668">feira da Kantuta,</a> que lá é baratinho), soja (inteira), azuki e é lógico, feijão (todos os tipos).</p>
<p style="text-align:justify;">Mas todos, vegetarianos e onívoros, não deveriam variar a alimentação?Claro, a saúde e o prazer gastronômico vem com pratos coloridos. No entanto, os vegetarianos devem ser mais criativos, principalmente numa sociedade acostumada a comer carne. Os vegetarianos que comem com cabeça de onívoros, geralmente não conseguem uma alimentação equilibrada, apenas tira ou substitui a carne. Poucos se arriscam a criar algo novo. Então usem suas cabeças e comam com mais diversidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Ps. Lembra das <a href="http://onivoro.wordpress.com/2009/12/07/100-pratos-brasileiros-para-experimentar/">listas</a> do que já experimentamos? Encontrei essas, vegetarianas, <a href="http://feedingmaybelle.blogspot.com/2008/08/vegetarian-100.html"> aqui</a> e <a href="http://www.tigersandstrawberries.com/2008/09/04/the-vegetarian-hundred/">aqui</a>. Já comi 47 itens na primeira e 44 na segunda. Lógico que tais listas tem uma origem em algum país, e de fato, não leva em consideração diferenças regionais, ou seja, não é algo para quem leva o &#8220;eat local&#8221; a sério, mas até que fiz uma boa pontuação.  E você, amigo vegetariano, será que sua dieta leva uma variedade maior de vegetais que a minha?</p>
<p style="text-align:justify;">Pps. Se você lê japonês, existe esse <a href="http://www.kyounoryouri.jp/teacher/%E5%AE%B6%E5%BA%AD%E6%96%99%E7%90%86/157_%E8%A5%BF%E5%B7%9D%E3%80%80%E7%8E%84%E6%88%BF.html">site</a> com várias receitas do monge Genbo Nishikawa, de Kyoto.</p>
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<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<br />Publicado em cultura gastronomica, saúde Tagged: diversidade, segurança alimentar, Vegan, Vegetariano <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/onivoro.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/onivoro.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/onivoro.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/onivoro.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/onivoro.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/onivoro.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/onivoro.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/onivoro.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/onivoro.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/onivoro.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/onivoro.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/onivoro.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/onivoro.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/onivoro.wordpress.com/169/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=onivoro.wordpress.com&amp;blog=10758677&amp;post=169&amp;subd=onivoro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">O Onívoro</media:title>
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		<item>
		<title>Baozi, manju, nunu, momo, etc.</title>
		<link>http://onivoro.wordpress.com/2009/12/13/baozi-manju-nunu-momo-etc/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 02:43:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Onívoro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cozinha asiática]]></category>
		<category><![CDATA[Cozinha chinesa]]></category>
		<category><![CDATA[Cozinha japonesa]]></category>
		<category><![CDATA[leguminosas]]></category>
		<category><![CDATA[pães]]></category>

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		<description><![CDATA[Chamados de baozi na China, chukaman no Japão, momo no Tibet, bánh bao no Vietnã, os pães cozidos no vapor são pratos presentes em boa parte da Ásia. E pode vir com uma variedade enorme de recheios: carne de porco, broto de bambu, cogumelos, anko, pasta de soja preta, kaya e recentemente, chocolate, creme de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=onivoro.wordpress.com&amp;blog=10758677&amp;post=129&amp;subd=onivoro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;"></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 385px"><a href="http://onivoro.files.wordpress.com/2009/12/nikuman2.jpg"><img class="size-full wp-image-152    " title="Nikuman" src="http://onivoro.files.wordpress.com/2009/12/nikuman2.jpg?w=500" alt=""   /></a><p class="wp-caption-text">Nikuman cozinhando em uma cesta de bambu (Wikipedia Commons, hirotomo)</p></div>
<p></span></address>
<address><span style="font-style:normal;">Chamados de baozi na China, chukaman no Japão, momo no Tibet, bánh bao no Vietnã, os pães cozidos no vapor são pratos presentes em boa parte da Ásia. E pode vir com uma variedade enorme de recheios: carne de porco, broto de bambu, cogumelos, </span><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anko_(doce)"><span style="font-style:normal;">anko</span></a><span style="font-style:normal;">, </span><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Black_bean_paste"><span style="font-style:normal;">pasta de soja preta</span></a><span style="font-style:normal;">, </span><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kaya_(jam)#Malaysia_and_Singapore"><span style="font-style:normal;">kaya</span></a><span style="font-style:normal;"> e recentemente, chocolate, creme de baunilha e curry</span><a id="refX" href="#fn1"><span style="vertical-align:super;"><span style="font-style:normal;">1</span></span></a><span style="font-style:normal;">.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;">Sua origem é desconhecida, apesar de haver uma lenda que diz que foi o estrategista militar, diplomata, astrólogo e inventor chinês  <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Zhuge_Liang">Zhuge Liang</a> quem criou esses pães</span><a id="refX" href="#fn2"><span style="vertical-align:super;"><span style="font-style:normal;">2</span></span></a><span style="font-style:normal;">. De acordo com essa lenda, na volta de uma campanha militar, Zhuge encontrou um rio violento, que resistia a qualquer tentativa de atravessá-lo. Informado que normalmente os bárbaros sacrificam e jogam 50 cabeças para acalmar o espírito do rio, o estrategista teria decidido, para evitar um derramamento de sangue, fazer 50 pães cozidos no vapor, com formato de cabeças,  e jogá-los no rio.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;">Não importa a origem, o fato é que esses pães estão presentes em boa parte da Ásia, nas ruas, em tendas na <a href="http://www.flickr.com/photos/skoller/2077453088/">China</a>, em lojas de <a href="http://www.flickr.com/photos/morygonzalez/1066303850/">conveniência</a> no Japão ou em <a href="http://www.flickr.com/photos/megzimbeck/3294762639/">bairros de migrantes asiáticos</a> ao redor do planeta. Para mim, é </span><span style="font-style:normal;">street food</span><span style="font-style:normal;"> no melhor sentido. Prático (nas Américas, já virou fast food) e ao mesmo tempo muito tradicional, é uma comida que muitas vezes representa o conforto de mães e avós em dias frios. Se alguém me perguntasse que comida representa a Ásia, diria três coisa: arroz, noodles e baozi.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;">A receita a seguir é da massa básica para o baozi ou chukaman, mais o recheio de anko ou doce de azuki. Mais a frente, pretendo postar outras receitas de recheios. </span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><a href="http://onivoro.files.wordpress.com/2009/12/aman.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-143" title="aman" src="http://onivoro.files.wordpress.com/2009/12/aman.jpg?w=500&#038;h=294" alt="" width="500" height="294" /></a></span></address>
<address>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-style:normal;"><span style="font-weight:bold;">Doushabao/anman (baozi recheado com doce de azuki)</span></span></p>
</address>
<address>Massa básica (12 unidades)</address>
<address><span style="font-style:normal;">Ingredientes</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">5 xícaras de farinha de trigo</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">1 e 1/3 de água morna</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">2 colheres de óleo de sua preferência</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">1 colher (chá) de sal</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">2 colher (chá) de açucar</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">1 cubo fermento biológico fresco ou 1 envelope (10g) de fermento biológico seco</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;">Preparo</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">1. Dissolva o fermento na água morna. Acrescente o óleo, o sal e o açucar. Misture e deixe descansar por 5 min.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">2. Acrescente a mistura, ao poucos,  à farinha, mexendo com as mãos até que desgrude dos dedos. </span></address>
<address><span style="font-style:normal;">3. Sove a massa até que ela se torne elástica.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">4. Cubra a massa e deixe descançando em um lugar protegido da luz e do vento.  Espere de 1 a 3 horas, dependendo da temperatura, até que a massa dobre de tamanho.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address></address>
<address>Doce de azuki (anko/dòushā)<span style="font-style:normal;"> </span></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;">Ingredientes</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">300 g de azuki</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">1 xícara rasa de açucar (cerca de 130 g)</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">1 colher (chá) de óleo de gergelim (para dòushā. O equivalente japonês não leva óleo)</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;">Preparo</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">1.Deixe o azuki de molho em uma quantidade de água equivalente a 3 vezes o volume da leguminosa, cerca de 10 horas. </span></address>
<address><span style="font-style:normal;">2. Cozinhe na panela de pressão, por cerca de 40 min. depois de começar a ferver. Dependendo da qualidade do azuki, talvez você deva cozinhar por mais tempo e com mais água. O importante é ele ficar macio.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">3. Depois de cozido passe no liquidicador (com algum líquido) ou amasse com um garfo, se quiser algo mais rústico. Se quiser tsubuan (anko com grãos inteiros), reserve algum azuki.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">4. Cozinhe a massa com o açucar, sempre em fogo baixo, mexendo com uma colher de pau, até que desgrude do fundo da panela. Misture o grãos reservados para o tsubuan.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">5. Deixe esfriar para o uso.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address></address>
<address>Montando o baozi</address>
<address><span style="font-style:normal;">1. Faça rolos de cerca de 5 cm de diâmetro e corte em pedaços de cerca de 5 cm de comprimento. </span></address>
<address><span style="font-style:normal;">2. Abra um pedaço com a ajuda de um rolo para massas, formando um disco de cerca de 12 cm, com o centro significativamente mais grosso que as bordas.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">3. Coloque uma colher (sopa) do doce de azuki e feche a massa, dobrando as bordas, formando uma bola. Coloque essa bola (com o lado onde a massa foi fechada para baixo) sobre uma folha de papel impermeável de cerca de 8x8cm. Faça o mesmo com o resto da massa.<br />
</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">4. Deixe descansando por cerca de 20 à 30 min., para crescer novamente.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">5. Cozinhe por cerca de 15 à 20 min. no vapor (pode ser usado uma <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mushiki">cesta de bambu chinesa</a> ou uma cuscuzeira).</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">6. Tire do vapor cuidadosamente e retire as folhas de papel impermeável.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address><a id="X" href="#fn1">1</a> <span style="font-style:normal;">Veja uma amostra da variedade chinesa de boazi </span><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Baozi#Types"><span style="font-style:normal;">aqui</span></a><span style="font-style:normal;">; e da japonesa de chukaman </span><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nikuman#Special_variations_of_ch.C5.ABka_man"><span style="font-style:normal;">aqui</span></a><span style="font-style:normal;">.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><span style="font-style:italic;"><a id="X" href="#fn2"><span style="font-style:normal;">2</span></a><span style="font-style:normal;"> Entre as invenções atribuídas a Zhuge Liang, além do pão cozido no vapor,  estariam também a mina terrestre, a </span><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cho-ko-nu"><span style="font-style:normal;">besta de repetição</span></a><span style="font-style:normal;">, um tipo de balão a ar quente para sinalização (parecido com os das festas juninas), o </span><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Resta_um"><span style="font-style:normal;">resta 1</span></a><span style="font-style:normal;">, entre outros.</span></span></span></address>
<br />Publicado em Cozinha asiática, Cozinha chinesa, Cozinha japonesa Tagged: leguminosas, pães <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/onivoro.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/onivoro.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/onivoro.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/onivoro.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/onivoro.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/onivoro.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/onivoro.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/onivoro.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/onivoro.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/onivoro.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/onivoro.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/onivoro.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/onivoro.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/onivoro.wordpress.com/129/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=onivoro.wordpress.com&amp;blog=10758677&amp;post=129&amp;subd=onivoro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Árvores frutíferas na cidade: um pequeno retorno à natureza</title>
		<link>http://onivoro.wordpress.com/2009/12/08/arvores-frutiferas-na-cidade/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 21:45:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Onívoro</dc:creator>
				<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[frutas]]></category>
		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>

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		<description><![CDATA[Prédios, asfalto, carros. O cenário das cidades parece ser árido, mas se você se esforçar poderá ver que ainda existe árvores nas ruas. Um colírio para os olhos, já acostumado com a poluição e o excesso de informações. E olhe! Um coisa vermelha. Parece uma frutinha. Será que dá para comer? Se olhar mais de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=onivoro.wordpress.com&amp;blog=10758677&amp;post=101&amp;subd=onivoro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prédios, asfalto, carros. O cenário das cidades parece ser árido, mas se você se esforçar poderá ver que ainda existe árvores nas ruas. Um colírio para os olhos, já acostumado com a poluição e o excesso de informações. E olhe! Um coisa vermelha. Parece uma frutinha. Será que dá para comer? Se olhar mais de perto verá que é uma pitanga. Mais à frente, um arbusto dá frutos roxos. Será que são amoras?</p>
<p style="text-align:justify;">A cidade de São Paulo, não é exatamente um exemplo de arborização. Afinal, bairros (geralmente nobres) que parecem mais bosques com tantas árvores contrastam com avenidas tão desertas quanto o Saara. Mas se você olhar com atenção essas árvores verão que elas dão frutos também. São pintagueiras, amoreiras, abacateiros, jabuticabeiras, mangueiras e, acredite, até lichias (lichieiras?). Então, por que nunca reparamos nelas?</p>
<p style="text-align:justify;">A urbanização, a vida nas cidades, a industrialização da comida e mais outros fatores associados com a vida moderna, fazem com que fiquemos cegos. Não percebemos quando a comida está ao nosso redor. Ao alcance das mãos. Frutas não vem de árvores ou arbustos. Vem do supermercado, no máximo, da feira livre (assim como leite vem de caixas, não da vaca).  Para nós, ver uma árvore com frutas é tão estranho quanto um<a href="http://www.youtube.com/watch?v=CQzUsTFqtW0"> cachorro esqueitista</a>. E acabamos tão cegos que não sabemos nem de onde vem nossa comida, ignoramos sua história.</p>
<p style="text-align:justify;">Algumas pessoas (e iniciativas) tentam mudar isso. Mostrar ao público que comida não vem do nada, não surge de um passe de mágica, de embalagens higienizadas ou de uma máquina. Querem que saibamos que o que nos alimenta vem (ou pelo menos deveria vir) da naturaza.  É o que faz o <a href="http://fallenfruit.org/manifesto.html">fallenfruit.org</a>, um grupo nos EUA que tenta incentivar a sociedade a plantar e colher frutas na urbe, dentro de um conceito que não envolve apenas as frutas em si, mas questões sobre segurança alimentar, meio ambiente e a vida não natural que levamos nas cidades. Pare eles, colher frutas é um retorno à natureza. A uma época em que os vegetais em nossa alimentação não vinham da agricultura, mas da coleta. Um retorno da natureza humana em sua essência, longe da cultura. Coisa que nos faz falta, sem ao menos percebemos.</p>
<p style="text-align:justify;">Inspirado nessa idéia, tratei de iniciar um <a href="http://maps.google.com.br/maps/ms?hl=pt-BR&amp;ie=UTF8&amp;msa=0&amp;msid=101547102544380257679.00047a3a0856d83ab3125&amp;ll=-23.550455,-46.671638&amp;spn=0.154531,0.21904&amp;z=12">mapa colaborativo </a>com as frutas de São Paulo, onde qualquer um (desde que tenha uma conta no Google, mas isso é a parte mais fácil) pode colaborar, indicando pontos, locais onde possamos encontrar árvores frutíferas. E convido a todos a colocar no mapa aquela nespereira que está em frente à sua casa, ou a amoreira no caminho de seu trabalho. Sei que o mapa está só no início, mas espero que no futuro, ele esteja abarrotado de pontos azuis indicando árvores que possa incrementar seu jantar.</p>
<iframe width="425" height="350" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com.br/maps/ms?hl=pt-BR&amp;ie=UTF8&amp;msa=0&amp;msid=101547102544380257679.00047a3a0856d83ab3125&amp;ll=-23.559581,-46.701336&amp;spn=0.055073,0.072956&amp;z=13&amp;output=embed"></iframe><br /><small><a href="http://maps.google.com.br/maps/ms?hl=pt-BR&amp;ie=UTF8&amp;msa=0&amp;msid=101547102544380257679.00047a3a0856d83ab3125&amp;ll=-23.559581,-46.701336&amp;spn=0.055073,0.072956&amp;z=13&amp;source=embed" style="text-align:left">View Larger Map</a></small>
<p><strong>Update: </strong>Algumas pessoas estão com alguma dificuldade para conseguir indicar uma árvore no mapa. Pois aqui vão as instruções de como fazer isso:</p>
<address><span style="font-style:normal;">1. É preciso ter uma conta da Google para colaborar com o mapa.  Acho que quase todos tem uma, não? Se não, faça uma.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">2. Faça o longin. E abra o<a href="http://maps.google.com.br/maps/ms?hl=pt-BR&amp;ie=UTF8&amp;source=embed&amp;msa=0&amp;msid=101547102544380257679.00047a3a0856d83ab3125&amp;ll=-23.559581,-46.701336&amp;spn=0.07726,0.108662&amp;z=13"> mapa</a>.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">3. No canto superior esquerdo, clique em editar.<a href="http://onivoro.files.wordpress.com/2009/12/imagem1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-124" title="Imagem1" src="http://onivoro.files.wordpress.com/2009/12/imagem1.jpg?w=500&#038;h=260" alt="" width="500" height="260" /></a><br />
</span></address>
<address></address>
<p><span style="font-style:normal;">4.Adicione um marcador de lugar. Arraste-o até o ponto desejado.<a href="http://onivoro.files.wordpress.com/2009/12/imagem22.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-125" title="Imagem2" src="http://onivoro.files.wordpress.com/2009/12/imagem22.jpg?w=500&#038;h=255" alt="" width="500" height="255" /></a><br />
</span></p>
<p><span style="font-style:normal;">5. Edite as informações, salve e pronto.<a href="http://onivoro.files.wordpress.com/2009/12/imagem31.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-126" title="Imagem3" src="http://onivoro.files.wordpress.com/2009/12/imagem31.jpg?w=500&#038;h=316" alt="" width="500" height="316" /></a><br />
</span></p>
<address></address>
<address></address>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<br />Publicado em meio ambiente, saúde Tagged: frutas, segurança alimentar <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/onivoro.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/onivoro.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/onivoro.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/onivoro.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/onivoro.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/onivoro.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/onivoro.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/onivoro.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/onivoro.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/onivoro.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/onivoro.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/onivoro.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/onivoro.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/onivoro.wordpress.com/101/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=onivoro.wordpress.com&amp;blog=10758677&amp;post=101&amp;subd=onivoro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">O Onívoro</media:title>
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		<title>100 pratos brasileiros para experimentar</title>
		<link>http://onivoro.wordpress.com/2009/12/07/100-pratos-brasileiros-para-experimentar/</link>
		<comments>http://onivoro.wordpress.com/2009/12/07/100-pratos-brasileiros-para-experimentar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 16:19:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Onívoro</dc:creator>
				<category><![CDATA[cozinha brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[cultura gastronomica]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://onivoro.wordpress.com/?p=70</guid>
		<description><![CDATA[Desde que surgiu o  Omnivore’s Hundred, uma lista das “100 comidas que um onívoro deve experimentar”, uma série de listas parecidas, especializadas em um determinado tipo de cozinha/nacionalidade tem pipocado aqui e ali. Procurei uma lista parecida cujo tema fosse a culinária brasileira, primeiro em português, depois em inglês. Não encontrei nem um nem outro. Pois então, decidi fazer minha própria lista.

Os leitores devem achar certos itens estranhos e talvez uma preponderância de pratos do Sudeste. Bem, isso é compreensível, uma vez que sou paulista e cozinha caipira é uma influência muito forte para mim. Muitos podem disconcordar da minha lista, achar ela incompleta ou com itens desnecessário. Mas deve compreender também que isso é uma apenas… uma lista. Algo totalmente subjetivo.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=onivoro.wordpress.com&amp;blog=10758677&amp;post=70&amp;subd=onivoro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;"><em>Se veio aqui procurando por receita de broa de fubá, olhe<a href="http://www.onivoro.com.br/2010/01/30/broa-de-fuba/"> aqui</a>.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Desde que surgiu o  <a href="http://www.verygoodtaste.co.uk/archives/399">Omnivore&#8217;s Hundred</a>, uma lista das &#8220;100 comidas que um onívoro deve experimentar&#8221;, uma série de listas parecidas, especializadas em um determinado tipo de cozinha/nacionalidade tem pipocado<a href="http://chezannies.blogspot.com/2008/09/big-list-of-you-must-eat-lists.html"> aqui e ali</a>. Procurei uma lista parecida cujo tema fosse a culinária brasileira, primeiro em português, depois em inglês. Não encontrei nem um nem outro. Pois então, decidi fazer minha própria lista.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="background-color:#ffffff;">Devido a diversidade de nossa cozinha, alguns de vocês nunca sequer ouviram falar de muito dos pratos a seguir. Outros serão bem familiares. Tentei colocar algo industrial, mas aí me dei conta que guloseimas industriais não são o meu forte.</span></p>
<p style="text-align:justify;">Não incluí determinados pratos que são próprios de uma casa. Não seria interessante para as pessoas de outros lugares, pela distância. Além disso, também não seria justo, pois conheço bem os restaurantes e bares do Sudeste, mas não de outras regiões. Por isso, nada de bauru do <a href="http://www.pontochic.com.br/">Ponto Chic</a> ou filé à <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fil%C3%A9_%C3%A0_Osvaldo_Aranha">Osvaldo_Aranha</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Os leitores devem achar certos itens estranhos e talvez uma preponderância de pratos do Sudeste. Bem, isso é compreensível, uma vez que sou paulista e cozinha caipira é uma influência muito forte para mim. Muitos podem disconcordar da minha lista, achar ela incompleta ou com itens desnecessário. Mas deve compreender também que isso é uma apenas&#8230; uma lista. Algo totalmente subjetivo.</p>
<p style="text-align:justify;">Enfim, acho que falei demais. Bom apetite.</p>
<address><span style="font-style:normal;">Ps. Assim como o Omnivore&#8217;s Hundred, está lista apresenta instruções.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">1)Copie esta lista em seu blog ou diário, inclusive estas intruções.</span></address>
<address> </address>
<address><span style="font-style:normal;">2)Passe em negrito todos os itens que já experimentou.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">3)Risque qualquer item que nem pensa em experimentar (no meu caso, isso     não existe)</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">4)Opcional: Comente </span><a href="http://onivoro.wordpress.com/2009/12/07/100-pratos-brasileiros-para-experimentar/#respond"><span style="color:#000000;"><span style="font-style:normal;">aqui</span></span></a><span style="font-style:normal;">, com link para seu resultado </span></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;">Pps. Quer dar uma olhada na minha lista do Omnivore&#8217;s Hundred? <a href="http://totaurbs.blogspot.com/2008/10/gastronomia-vgt-omnivores-hundred.html">Aqui</a>.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;"><strong>100 pratos brasileiros para experimentar</strong></span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><strong> </strong></p>
<address></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>1. <strong><a href="http://obarracao.spaces.live.com/blog/cns!C5D835A0F7DB4668!323.entry">Doce de batata doce</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>2. <strong>Churrasco</strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>3. <strong><a href="http://www.oliveira.com.br/Produtos/Balas%20de%20Banana/balas_de_banana.htm">Bala de banana Oliveira</a></strong><strong> ou similares</strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>4. <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tapioca">Tapioca</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>5. <strong>Pizza assado no forno à lenha</strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>6. <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Feij%C3%A3o_tropeiro">Feijão tropeiro</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>7. <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arroz_carreteiro">Arroz carreteiro</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>8. <strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7a%C3%AD_na_tigela">Açaí na tijela</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>9. <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%A7oca_de_amendoim">Paçoca de amendoim</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>10. </strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pato_no_tucupi">Pato no tucupi</a></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>11.<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mani%C3%A7oba"> </a><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mani%C3%A7oba">Maniçoba</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>12.</strong><strong> </strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bai%C3%A3o-de-dois"><strong>Baião de dois</strong></a></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>13. <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Acaraj%C3%A9">Acarajé</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>14.<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pamonha"> </a><strong>Pamonha</strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>15. <strong><a href="http://sites.uai.com.br/guiagastronomia/santo_antonio_amparo_dobradinha.htm">Dobradinha</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>16. <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rapadura">Rapadura</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>17. <strong><a href="http://jornal.valeparaibano.com.br/2001/10/12/viv01/gastro.html">Farofa de içá</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>18. <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Barreado">Barreado</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>19.</strong><strong><a> </a><strong><a>Pastel de feira</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>20. <strong><a href="http://panelinha.ig.com.br/site_novo/receita/receita.php?id=861">Couve refogada com alho</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>21. <strong><a href="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/2009/06/09/sanduiche-de-pernil-do-estadao/comment-page-2/">Sanduíche de pernil</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>22. <strong>Palmito</strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>23. </strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Umbu">Umbu em natura</a></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>24. <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pacu">Pacu</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>25. </strong><a href="http://cybercook.terra.com.br/index.php/camarao-na-moranga.html?codigo=4215">Camarão na moranga</a></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>26. <strong><a href="http://www.flickr.com/photos/18335810@N00/2065849037/">Doce de abóbora</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>27. <strong>Feijoada</strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>28. </strong>Galinhada com pequi</span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>29.<a href="http://www.umaseostras.com.br/receitas/peixe_na_telha.php"> </a></strong><a href="http://www.umaseostras.com.br/receitas/peixe_na_telha.php">Peixe na telha</a></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>30. <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Biscoito_de_polvilho">Biscoito de polvilho</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>31.</strong> Galinha à cabidela</span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>32.<strong> Pão de mel com doce de leite</strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>33. <strong>Algum peixe assado na folha de bananeira</strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>34. <strong>Queijo coalho na brasa</strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>35.<strong> </strong><strong><a href="http://www.flickr.com/photos/vivaascores/3654697644/">Curau</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>36. <strong>Torta de liquidicador</strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>37. <strong>Café coado no filtro de pano</strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>38. <strong>Caldo de cana</strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>39. <strong>Arroz, feijão, bife e batata frita</strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>40. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Buchada_de_bode">Buchada de bode</a></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>41. <strong><a href="http://www.flickr.com/photos/lucypassos/2932487653/">Bolo de rolo</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>42. <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Furrundum">Furrundum</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>43.</strong> Chá mate gelado</span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>44. <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rabada">Rabada</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>45.<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vaca_atolada"> </a><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vaca_atolada">Vaca atolada</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>46. <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pitanga">Pitanga</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>47. </strong><a href="http://menusp.com.br/blog/?p=151">Quibebe</a></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>48. </strong>Pintando na brasa</span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>49. <strong><a href="http://receitas.maisvoce.globo.com/Receitas/Tortas_Bolos/0,,REC518-7781-70+CUSCUZ+PAULISTA,00.html">Cuscuz paulista</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><strong>50. <strong><a href="http://www.flickr.com/photos/martafelipe/1348781758/">Quebra queixo</a></strong></strong></span></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>51. </strong><a href="http://congusto.blogspot.com/2008/05/caf-com-leite-pingado-mdia-caffe-latte.html">Pingado de padaria</a></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>52. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quindim">Quindim</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>53. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>Cajuzinho</strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>54.</strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong> </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>Sorvete de milho</strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>55.</strong> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sarapatel">Sarapatel</a></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>56. <a href="http://www.flickr.com/photos/zanastardust/71619832/">Bolinho de chuva</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>57.</strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Caruru_(prato)"> Caruru</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>58. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://temperodeminas.com/fq.htm">Frango com quiabo</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>59.</strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong> Leitão à pururuca</strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>60. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Canjica">Canjica doce</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>61. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pinh%C3%A3o">Pinhão</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>62. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vinho_quente">Vinho quente</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>63. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>Cachaça artesanal de qualidade</strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>64. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>Pão de queijo</strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>65. </strong><a href="http://www.almanaqueculinario.com.br/receita/peixes-e-frutos-do-mar/caldeirada-de-tucunare-8283.html">Caldeirada de tucunaré</a></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>66. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>Moqueca </strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>67. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>Mandioca frita</strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>68. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://www.onivoro.com.br/2010/01/30/broa-de-fuba/">Broa de fubá</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>69.</strong><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jaca"> </a></strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jaca">Jaca</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>70. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>Sonho de padaria</strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>71.</strong><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cupua%C3%A7u"> </a></strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cupua%C3%A7u">Algo feito com cupuaçu</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>72. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>Requeijão cremoso</strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>73. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://confrariadapimenta.blogspot.com/2007/01/pimenta-cumari.html">Uma pimenta cumari inteira</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>74. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://flanelapaulistana.com/?p=978">Churrasco grego</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>75. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>Queijo de Minas fresco</strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>76. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://www.flickr.com/photos/carratu/3473065871/">Misto quente</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>77. </strong>Caldo de piranha</span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>78. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>Doce de leite mineiro</strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>79. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>Brigadeiro</strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>80. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Acerola">Acerola</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>81.</strong><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bob%C3%B3_de_camar%C3%A3o"> </a></strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bob%C3%B3_de_camar%C3%A3o">Bobó de camarão</a></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>82. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://www.flickr.com/photos/marcelomonser/3782464961/">Pudim de leite condensado</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>83. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://www.flickr.com/photos/trimilique/2484401016/">Manjar de coco</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>84. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>Refrigerante de guaraná</strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>85. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>Coxinha</strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>86. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>Caldo de mocotó</strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>87. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://www.abril.com.br/imagem/doce-queijo-goiabada.jpg">Romeu e Julieta</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>88. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chimarr%C3%A3o">Chimarrão</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>89.</strong><strong><a href="http://helder.files.wordpress.com/2007/06/virado_a_paulista.jpg"> </a></strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://helder.files.wordpress.com/2007/06/virado_a_paulista.jpg">Virado à Paulista</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>90. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jabuticaba">Jabuticaba</a></strong><strong> no pé</strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>91. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>Bala de coco de festa de aniversário</strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>92. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>Bolinho de bacalhau</strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>93. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Beirute_(sandu%C3%ADche)">Beirute</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>94.</strong><strong><a href="http://rebecaervas.blogspot.com/2008/03/ai-meu-p-de-feijonao-sabia-um-dia-ia.html"> </a></strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://rebecaervas.blogspot.com/2008/03/ai-meu-p-de-feijonao-sabia-um-dia-ia.html">Caldinho de feijão</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>95. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>Melão produzido em Mossoró-RN</strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>96. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>Milho assado</strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>97. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>Batata doce assada</strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>98. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>Caipirinha (de cachaça)</strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>99. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://marisaono.com/delicia/?p=414">Geléia de mocotó</a></strong></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong>100. </strong></span><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Caju">Caju</a></strong><strong> (a fruta, não a castanha)</strong></span></address>
<address></address>
<address><span style="font-weight:normal;font-style:normal;"></p>
<p></span></address>
<address><span style="font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"></p>
<p></span></span></address>
<p><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p></span></address>
<br />Publicado em cozinha brasileira, cultura gastronomica Tagged: diversidade, opinião <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/onivoro.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/onivoro.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/onivoro.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/onivoro.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/onivoro.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/onivoro.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/onivoro.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/onivoro.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/onivoro.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/onivoro.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/onivoro.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/onivoro.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/onivoro.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/onivoro.wordpress.com/70/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=onivoro.wordpress.com&amp;blog=10758677&amp;post=70&amp;subd=onivoro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Risoto de cogumelos</title>
		<link>http://onivoro.wordpress.com/2009/12/04/risoto-de-cogumelos/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 16:17:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Onívoro</dc:creator>
				<category><![CDATA[receitas]]></category>
		<category><![CDATA[arroz]]></category>
		<category><![CDATA[cereais]]></category>
		<category><![CDATA[cogumelos]]></category>
		<category><![CDATA[Vegetariano]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa receita, assim como o creme mix de cogumelos, também pode ter várias versões, limitadas apenas pela criatividade do cozinheiro. Pode acrescentar outros cogumelos como portobello, hiratake, porcini, etc. Ou pode ganhar um legume extra como um alho-poró picado ou radicchio. Mas lembre-se de não exagerar, pois pode deixar o risoto muito &#8220;carregado&#8221;. O segredo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=onivoro.wordpress.com&amp;blog=10758677&amp;post=53&amp;subd=onivoro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa receita, assim como o <a href="http://onivoro.wordpress.com/2009/12/02/creme-mix-de-cogumelos/">creme mix de cogumelos</a>, também pode ter várias versões, limitadas apenas pela criatividade do cozinheiro. Pode acrescentar outros cogumelos como portobello, hiratake, porcini, etc. Ou pode ganhar um legume extra como um alho-poró picado ou radicchio. Mas lembre-se de não exagerar, pois pode deixar o risoto muito &#8220;carregado&#8221;.</p>
<p>O segredo para um risoto cremoso é não ter dó do arroz. Quando for mexer, com uma colher de pau, deve-se usar movimentos vigorosos, praticamente bater o arroz. Além disso, deve-se usar manteiga gelada (eu uso congelada). E nunca substitua o arroz: deve ser sempre um apropriado para risotos como o arborio, carnaroli ou vialone nano. E é lógico, controlar sempre o cozimento de forma que o risoto fique <em>al dente. </em>(Foto:<a href="http://www.flickr.com/photos/luna_rosa/"> Luna Rosa</a>)<a href="http://onivoro.files.wordpress.com/2009/12/risotodecogumelos04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-165" title="RisotoDeCogumelos04" src="http://onivoro.files.wordpress.com/2009/12/risotodecogumelos04.jpg?w=500&#038;h=325" alt="" width="500" height="325" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
<address><strong><span style="font-style:normal;">Ingredientes: (4 porções)</span></strong></address>
<address><span style="font-style:normal;">2 xícaras de arroz arbório, carnaroli ou vialone nano</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">1 e 1/2 xícara (chá) de shitake em fatias</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">1 e 1/2 xícara (chá) de shimeji em fatias</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">1 e 1/2 xícara (chá) de cogumelo em fatias</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">1 cebola média picada bem fino</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">azeite</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">1 xícara (chá) de vinho branco</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">4 xícaras (chá) de <a href="http://onivoro.wordpress.com/2009/12/02/caldo-de-legumes/">caldo de legumes</a> (ou água)</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">4 colheres (sopa) de manteiga gelada</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">2 xícaras (chá) de parmesão ralado grosso</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">sal e pimenta do reino a gosto</span></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;"><strong>Preparo</strong></span></address>
<address>
<address><span style="font-style:normal;">1. Primeiro, refogue os cogumelos paris em um pouco de azeite. O suficiente apenas para não grudar. Ele irá soltar muita água. Refogue-os até o líquido evaporar e os cogumelos ficarem levemente dourados. Reserve.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">2. Repita o processo, com o shimeji e o shitake, lembrando que estes precisam de mais azeite para não grudar e não irão eliminar tanta água como o cogumelo paris. Reserve (pode ser junto com o cogumelo paris)</span></address>
</address>
<address><span style="font-style:normal;">3. Refogue a cebola em cerca de 4 colheres (sopa) de azeite, até que fique translúcida.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">4. Acrescente o arroz e mexa com uma colher de pau até que absorva todo o azeite. </span></address>
<address><span style="font-style:normal;">5. Despeje o vinho e deixe cozinhando em fogo médio.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">6. Quando o líquido secar, acrescente o caldo de legumes, um pouco de sal (lembre-se que o parmesão já é bem salgado) e pimenta do reino.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">7. O ponto do arroz deve ser </span><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Al_dente">al dente</a><span style="font-style:normal;"> e ainda com um pouco de líquido para deixar o risoto cremoso. Não deixe secar como um arroz normal. Se estiver muito duro e o arroz estiver secando acrescente um pouco de caldo de legumes ou água. </span></address>
<address><span style="font-style:normal;">8. Com o arroz no ponto, acrescente o parmesão e os cogumelos refogados. Com uma colher de pau (não use batedor de arame), mexa vigorasamente, como estivesse batendo massa de bolo.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">9. Retire do fogo e acrescente a manteiga, ainda batendo o arroz. </span></address>
<address><span style="font-style:normal;">10. Sirva imediatamente.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;">Ps. A cremosidade do arroz é um ponto difícil do risoto. A quantidade de líquido necessário pode variar de acordo com o tipo, marca e safra do grão. Observe bem a textura durante o preparo, principalmente nas etapas 8 e 9. Se estiver seco, sem a cremosidade característica do risoto, acrescente caldo quente de legumes, sempre aos poucos, nas etapas 8 e 9. </span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address><strong><br />
</strong></address>
<br />Publicado em receitas Tagged: arroz, cereais, cogumelos, Vegetariano <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/onivoro.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/onivoro.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/onivoro.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/onivoro.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/onivoro.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/onivoro.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/onivoro.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/onivoro.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/onivoro.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/onivoro.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/onivoro.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/onivoro.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/onivoro.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/onivoro.wordpress.com/53/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=onivoro.wordpress.com&amp;blog=10758677&amp;post=53&amp;subd=onivoro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Creme mix de cogumelos</title>
		<link>http://onivoro.wordpress.com/2009/12/04/creme-mix-de-cogumelos/</link>
		<comments>http://onivoro.wordpress.com/2009/12/04/creme-mix-de-cogumelos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 15:53:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Onívoro</dc:creator>
				<category><![CDATA[receitas]]></category>
		<category><![CDATA[cogumelos]]></category>
		<category><![CDATA[entradas]]></category>
		<category><![CDATA[sopas]]></category>
		<category><![CDATA[Vegan]]></category>
		<category><![CDATA[Vegetariano]]></category>

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		<description><![CDATA[Como tinha prometido no post anterior, pretendo escrever duas receitas com cogumelos, mais precisamente, shimeji, shiitake e paris. Os dois primeiros, até há poucos anos, eram totalmente desconhecidos dos brasileiros. Hoje em dia, os três podem ser encontrados com (relativa) facilidade em supermercados, pelo menos nas capitais. Apesar da receita indicar esses três cogumelos, pode-se [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=onivoro.wordpress.com&amp;blog=10758677&amp;post=33&amp;subd=onivoro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como tinha prometido no post anterior, pretendo escrever duas receitas com cogumelos, mais precisamente, shimeji, shiitake e paris. Os dois primeiros, até há poucos anos, eram totalmente desconhecidos dos brasileiros. Hoje em dia, os três podem ser encontrados com (relativa) facilidade em supermercados, pelo menos nas capitais. Apesar da receita indicar esses três cogumelos, pode-se acrescentar outro tipo de fungo ou mesmo substituir um espécie ou outra, levando em consideração apenas seu gosto.</p>
<p>A receita do creme a seguir é extremamente simples e light. Não tem creme de leite e tem apenas como tempero sal e pimenta do reino. (Foto:<a href="http://www.flickr.com/photos/luna_rosa/"> Luna Rosa</a>)</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://onivoro.files.wordpress.com/2009/12/crememixdecogumelos02.jpg"><img class="size-medium wp-image-34  aligncenter" title="CremeMixDeCogumelos02" src="http://onivoro.files.wordpress.com/2009/12/crememixdecogumelos02.jpg?w=300" alt="Foto: &lt;a href=" width=" mce_href=" height="200" /></a></p>
<address></address>
<address><strong><span style="font-style:normal;">Ingredientes (4 porções)</span></strong></address>
<address><span style="font-style:normal;">2 e 1/2 xícaras (chá) de shimeji fatiados</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">2 e 1/2 xícaras (chá) de shitake fatiados</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">2 e 1/2 xícaras (chá) de cogumelo paris fatiados</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">azeite</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">1 e 1/2 xícara (chá)  de<a href="http://onivoro.wordpress.com/2009/12/02/caldo-de-legumes/"> caldo de legumes</a> (ou água)</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">croutons</span> <span style="font-style:normal;">para acompanhar</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">sal e pimenta do reino a gosto</span></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;"><strong>Preparo</strong></span></address>
<address><span style="font-style:normal;">1. Primeiro, refogue os cogumelos paris em um pouco de azeite. O suficiente apenas para não grudar. Ele irá soltar muita água. Refogue-os até o líquido evaporar e os cogumelos ficarem levemente dourados. Reserve.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;">2. Repita o processo, com o shimeji e o shitake, lembrando que estes precisam de mais azeite para não grudar e não irão eliminar tanta água como o cogumelo paris. </span></address>
<address><span style="font-style:normal;">3. Com um liquidificador ou com um mixer (potente) bata os cogumelos com metade do caldo de legumes, acrescentando o restante aos poucos. Se quiser um creme mais grosso, não use todo o caldo. </span></address>
<address><span style="font-style:normal;">4. Leve ao fogo para esquentar, aproveitando para acrescentar o sal e a pimenta a gosto. Se estiver muito ralo ou grosso, aproveite para acertar o ponto, deixando evaporar o líquido ou acrescentando mais caldo. </span></address>
<address><span style="font-style:normal;background-color:#ffffff;">6. Sirva em cumbuquinhas ou tigelinhas com croutons e um fio de azeite.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><br />
</span></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;">As possibilidades de variar essa receita são infinitas. Se quiser algo mais gordo, pode acrescentar creme de leite. Se quiser algo mais temperado, pode colocar (um pouquinho) de ervas como manjericão, sálvia ou noz moscada. Mas lembre-se: se quiser manter o sabor natural do alimentos ao máximo, deve dosar muito bem os ingredientes a serem acrescentados. A receita acima, apenas com caldo de legumes, sal e pimenta do reino possibilitará destacar o sabor dos cogumelos, mostrando toda a sua riqueza. Não misture muitas coisas, senão ficará com gosto de nada.</span></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;">Ps. Comprar cogumelos em supermercados sai caro. Se quiser economizar, compre em loja de produtos asiáticos.</span></address>
<address><strong><br />
</strong></address>
<address><strong><br />
</strong></address>
<br />Publicado em receitas Tagged: cogumelos, entradas, sopas, Vegan, Vegetariano <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/onivoro.wordpress.com/33/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/onivoro.wordpress.com/33/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/onivoro.wordpress.com/33/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/onivoro.wordpress.com/33/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/onivoro.wordpress.com/33/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/onivoro.wordpress.com/33/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/onivoro.wordpress.com/33/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/onivoro.wordpress.com/33/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/onivoro.wordpress.com/33/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/onivoro.wordpress.com/33/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/onivoro.wordpress.com/33/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/onivoro.wordpress.com/33/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/onivoro.wordpress.com/33/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/onivoro.wordpress.com/33/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=onivoro.wordpress.com&amp;blog=10758677&amp;post=33&amp;subd=onivoro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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